!!CERÂMICA!!

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Furoshiki




Uma das formas que o Atelier 330 utiliza para embalar suas cerâmicas chama-se furoshiki. Uma homenagem que faço a minha amiga Tiemi.

Casamento


Bowl cerâmica - Duo Monica Nitz – Penha Schirmer

A Juju “descobriu de repente” que nela habitava há tempos um sentimento encapsulado, destes que quando se libertam são capazes de fornecer energia bastante para se querer começar uma nova vida. Transformar dias e noites numa eterna conquista da cumplicidade, do companheirismo e amizade verdadeira. Sentimentos daquelas que só se reconhece quando ao ardermos de febre somos surpreendidas com um bowl cheinho de sopinha bem quentinha. Aí ela casou...

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Através desta peça que Monica Nitz quis fazer para presentear sua mãe - Wilma, que o Duo surgiu!

Sábado, Outubro 03, 2009

...Sempre se Reinventando...


O Atelier 330 tem como nova proposta formar duo com amigos artistas ao trazer para a cerâmica sua expressão.

A primeira parceria, ou duo, está em andamento com a artista plástica Monica Nitz, aliás, foi ao trazer Monica para o Atelier, a princípio para que ela utilizasse algumas sobras de argila, que a inspiração na parceria surgiu.

O processo de criação da Monica Nitz é

“guiado pelo traço e pelo gesto através de um fluxo de livre expressão na composição das linhas, das manchas e das circularidades, bem como do seu acumulo. O que é proposto é subjetivo, trata-se de uma abstração que por vezes lembra figurações ou que traz vestígios dela, uma imagem que se reconhece e se enxerga de acordo com cada expectador, cada experiência visual e que vai se desvendando por entre as camadas desses traços. a comunicação entre o espectador e a obra se dá através da memória visual e do reconhecimento dos traços expostos sobre o suporte, que irão construir esses personagens submersos entre a tela e o nanquim.”

E agora, entre a cerâmica e o esmalte -vidrado-.

Domingo, Maio 24, 2009

CORPO COMPOSTO

Sábado, Maio 16, 2009

FORNINHO DE PAPEL – uma instalação –



O desejo de construir um Forninho de papel é sempre maior do que as conseqüências que ele possa nos trazer. Então para minimizar alguns destes inconvenientes devemos seguir algumas regrinhas básicas que dividirei com vocês. Escolha um lugar para montar o forno que seja plano, não muito úmido, longe de árvores e vegetação seca. Este foi feito na área interna do CEMUNI IV, a experiência foi fantástica e com um pouco de tranqüilidade ao controlar o fogo poderemos obter uma queima de redução - queima com pouco oxigênio - mais demorada com excelentes resultados de efeito nas peças e diminuição na produção de fumaça.

1° Construir uma base quadrada de tijolos, e sobre esta uma segunda base com espaçamento em cruz vazada onde será preenchido com carvão e gravetos.

2° Polvilhar caulim ou chamote - pedaços de cerâmica moídos e reduzidos a pó - sobre a superfície da segunda base, e sobre a mesma posicionar as peças cerâmicas biscoitadas e previamente revestidas com óxidos e/ou carbonatos – caso deseje alguns efeitos extras de texturas e cores -, com bastante atenção na arrumação para que durante o processo de retração – encolhimento - das mesmas, elas não se quebrem ou colem.

3° Colocação cuidadosa dos gravetos e pequenas madeiras em todos os espaços disponíveis ao redor e entre as peças após isso construam uma espécie de tenda em volta desta base com madeira de diversos tamanhos e espessuras. Sempre no sentido de dentro pra fora, das menores para as maiores. Amarre bem.

4° Enrole uma tela de metal, com firmeza, por toda extensão e comprimento das toras, a qual dará estrutura à parede de papel. Fixar uma lata sem fundo, no alto do forno, para servir como chaminé.

5° Colocação das folhas de papel molhadas em barbutina - barro líquido – pode ser folhas de jornal ou de revistas por toda a superfície da tela, com o mínimo de dez camadas, pois quanto mais camadas melhor temperatura se obterá.

6° Atear fogo pelas quatro aberturas da base simultaneamente. Fechando-as somente após certificar-se que o fogo realmente permanecerá aceso.

Deixar queimar até que toda a madeira tenha se tornado cinzas.

Depois que tudo estiver esfriado, de preferência no dia seguinte pode-se analisar o que sobrou por entre as cinzas.



ORIENTAÇÃO: Dra. REGINA RODRIGUES
COLABORAÇÕES: SUANE QUEIRÓS; VANIA TOREZANI; FERNANDA RODRIGUES; GLAUCIONE COSTA; THOMMY SOSSAI; DIEGO SCARPARO; TURMA DE CERÂMICA II 2006.
FOTOS: ALINE VALADARES; SUANE QUEIRÓS; FERNANDA RODRIGUES.
EDIÇÃO DE FOTOS: PENHA SCHIRMER

Segunda-feira, Abril 27, 2009

Ato contínuo



Escultura em Cerâmica Penha Schirmer
Foto: Aline Valadares

Sexta-feira, Abril 24, 2009

Papeando com Brennand.

Sexta-feira, Abril 17, 2009

Ato continuo


video


O espírito faz a mão, a mão faz o espírito. O gesto que não cria o gesto sem amanhã, provoca e define o estado de consciência. O gesto que cria exerce uma ação contínua sobre a vida interior. A mão arranca o tato de sua passividade receptiva, ela o organiza para a experiência e para a ação. Ela ensina o homem a possuir extensão, o peso, a densidade, o numero. Criando um universo original, deixa em todo ele sua marca. Mede forças com a matéria que transforma, com a forma que transfigura. Educadora do homem, ela o multiplica no espaço e no tempo.
Henri Focillon .O elogio das mãos In: A vida das formas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.p.138-139.

Escultura em Cerâmica - Penha Schirmer

Mixagem da Musica: All you (Dido)

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poesia de barro escrita com letras amorfas lapidadas no fogo ...
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